Quer comprar os famosos biquínis Salinas por apenas R$29,90 ? Clique na foto!

Quer comprar os famosos biquínis Salinas por apenas R$29,90 ? Clique na foto!
Clique na foto e seja levado à nossa loja com mais de 50.000 biquínis

sábado, 28 de fevereiro de 2009

Retribuindo a gentileza do amigo Rato...

Que publicou a minha foto da primeira comunhão quando eu não tinha meus muitos pecados...

quinta-feira, 26 de fevereiro de 2009

Cercar-se de pessoas inteligentes.


Os poderosos tem muita sorte em ter ao seu lado homens de grande inteligência, capacitados para resolver os problemas causados pela ignorância e que lutam por eles nas situações mais difíceis. Servir-se de sábios é uma grandeza especial. Supera o gosto bárbaro de Tigrano, que fazia dos reis vencidos seus serviçais. É muito melhor outro tipo de domínio: transformar, por uma arte especial, aqueles que a natureza dotou de inteligência superior em nossos servidores. Há muito o que conhecer, a vida é curta e não se vive se não se sabe. É portanto, uma habilidade especial aprender sem esforço, aprender muito de muitos, sabendo tanto como todos. Se você conseguir isso, será capaz de falar por muitos em uma reunião, pois por sua boca vão falar tantos sábios quantos foram os que o prepararam. Conseguirá assim, com suor alheio, fama de oráculo. Aqueles que não puderem ter a sabedoria como serva devem tê-la ao menos como companheira.

terça-feira, 24 de fevereiro de 2009

Moderação no julgar.

Cada um pensa conforme lhe convém e apresenta razões para suas caprichosas opiniões.
A maior parte dos homens põe a paixão na frente do juízo.
Quando duas pessoas sustentam posições contrarias, cada uma pensa ter razão.
Mas a razão é fiel e não tem duas caras.
O sábio deve agir com cautela em assuntos tão delicados, e sua própria dúvida irá corrigir o julgamento inicial sobre o comportamento alheio.
Ao se colocar no lugar do outro e examinar seus motivos, não condenará nem se justificará tão cegamente.



Veja mais de Baltasar Gracian no nosso blog
www.baltasar-gracian.blogspot.com

sexta-feira, 20 de fevereiro de 2009

quarta-feira, 18 de fevereiro de 2009

Homem submisso é tão útil quanto pinça quebrada.


Ailin Aleixo
Homem submisso é tão útil quanto pinça quebrada.
Tá bom, passamos as últimas décadas lutando para que eles sejam menos escrotinhos, não cutuquem o nariz em público, aprendam a lavar louça, saiam das fraldas e larguem do nosso pé. Com toda a razão: o mundo seria eternamente um espartilho tamanho P se a cada botão caído eles nos acordassem para costurar ou se o maior espaço que tivéssemos na vida fosse entre a caixa do aspirador de pó e a sala de jantar.
Lutamos e conquistamos um monte de coisas. Colocamos os homens no cabresto e daí todos os nossos problemas… mudaram.
Domamos os machões, trabalhamos até 11 horas por dia, deixamos a receita para o jantar separada para a empregada, fazemos compras de supermercado na hora de almoço, cuidamos dos gatos, fazemos luzes no cabelo, trocamos o óleo do carro e ficamos cansadas feito um camelo velho. Agora, vem cá, depois dessa suave rotina, o que eu não quero nem preciso é um bundão que recorra a mim a cada cinco minutos: ‘Qual a cor de cueca que eu compro?’, ‘O que nós vamos fazer no fim de semana?’, ‘Em qual restaurante vamos levar o Ziguifrido e a Efigênia?’.
Talvez tenhamos exagerado um pouquinho nesse processo de domesticação masculina.
Preciso de um homem que não tenha aberto mão das idiossincrasias da sua testosterona e compre só cueca branca porque é mais fácil. Um homem que seja proativo o suficiente para programar um fim de semana que me surpreenda, mesmo que nem sempre seja uma surpresa tão boa assim (não dá para acertar todas). Preciso de um homem que leia o bendito guia semanal de qualquer jornal e reserve mesa num restaurante bacana que ainda não conhecemos. Um macho que beije meu pescoço, lamba minha orelha e me convença deliciosamente a praticar o nheco-nheco mesmo quando dou demonstrações explícitas de desânimo total. Um homem, enfim, não um garoto com medo de tomar bronca.
Mas para isso é preciso baixar a guarda. Chega desse papo de tratá-los como inimigos prestes a saquear nosso território se não estivermos sempre com o exército a postos. Vamos deixar para lá essa neura feminista de que é necessário fazer os mocinhos comerem na nossa mão para termos ‘o poder’. Chega de demonizá-los. Já lutamos e conquistamos um monte de coisas, inclusive uma que não esperávamos: uma carência desgraçada, que teima em morrer de vergonha de se mostrar e nos corrói imperceptivelmente. Uma necessidade quase desesperadora de acolhimento e carinho que, certamente, não será atendida (ou sequer percebida) por um bundão. Eles são bons em ligar para perguntar se aquela dor de cabeça passou, mas não têm presença de espírito para comprar um Tilenol.
A verdade é que não precisamos de homens submissos - por que raios nós gostaríamos de ser casadas com alguém sem opinião própria? Precisamos é de um pouco de semancol e, talvez, umas sessões de terapia para reaprender a pedir colo, ficar frágeis, fazer uma comidinha gostosa para ele simplesmente porque deu vontade. Voltar a não ter medo de ser mulher. Tudo pode ser mais simples se nos desarmarmos.
Sabe de uma coisa? Homem submisso é como ‘homem pé de mesa’: muito bacana e excitante na teoria, mas um transtorno na prática.






Colaboração da minha amiga Vânia

terça-feira, 17 de fevereiro de 2009

ISSO NÃO É COMIGO...



“Primeiro eles vieram pegar os comunistas, mas eu não era comunista e não falei nada.


Depois vieram pegar os socialistas e os sindicalistas, mas como eu não era nenhum dos dois eu não falei nada.


Logo vieram pegar os judeus mas eu não sou judeu e não falei nada.


E, quando vieram me pegar, não sobrava mais ninguém que pudesse falar por mim”.




Martin Niemoller pastor que sobreviveu aos campos nazistas.

segunda-feira, 16 de fevereiro de 2009

Homens.


Que homem nunca comeu uma feia por piedade,
Uma ex por saudade ou uma chata por necessidade?
Que homem já não estourou um cartão para um programa,
Só para levar para cama, uma mulher que o esnobou?
Que homem nunca sofreu,
Por pensar que é um simples adorno,
Que na verdade está sendo corno,
Para uma mulher que só quer esquecer o ex...
Só um homem para não saber,
Que uma maravilhosa no pé só pode ser pedra,
Que uma gostosa dando sopa é sempre louca...
E que o final é sempre igual.
As mulheres dizem,
Que todo homem é um diabo,
Não há mesmo quem o negue,
Mas toda mulher procura, um diabo que a carregue,
Desde que tenha um belo cheque!

Vamos homens, vamos à luta,
Mesmo sabendo que o final de todo malandro é sempre na mão de uma puta, mesmo sabendo que sempre vamos nos dar mal.
E tem mais, haja o que houver, custe o que custar,
Todo homem tem de ser fiel a uma mulher.

Nem que seja porque UMA é sempre mais barato, do que DUAS.

Marinho Guzman
O autor não é machista, só gozador!

domingo, 15 de fevereiro de 2009

Lembrando o discurso de transmissão de cargo e posse da Associação Comercial do Guarujá 1999.


MUITO FAZ QUEM NÃO ATRAPALHA




Há um ano fui convidado a assumir a presidência da Associação Comercial de Guarujá. Tentei de todas as maneiras furtar-me à responsabilidade, capitulando quando percebi que nesse crítico momento ou aceitava ou veria perdido o trabalho de muitos companheiros que como eu buscavam levantar a associação que tem mais de trinta anos na cidade.
Em nenhum momento achei que seria fácil a missão.
Tínhamos poucos sócios pagantes, uma receita mensal em torno de mil reais, insuficiente para pagar o aluguel e a secretária e um saldo negativo que foi coberto antes da posse por alguns sócios.
Pior do que a situação financeira, era o acreditar na possibilidade de uma associação para servir e não para servir-se.
Ousei mostrar serviço sem pedir nada. Trabalhei com a prioridade de fortalecer o quadro associativo. Hoje temos quase 500 sócios pagantes, receita suficiente para cobrir todos os gastos, o que nos permite investir na imagem da Associação, fornecer balcão do SEBRAE, Serviço de Proteção ao Crédito, convênio com assistência médica e dentaria a custos mais baixos para os associados, na UNIMED e TOI.
Tão importante como os serviços e a representatividade conseguida, impusemos respeito.
Respeito que foi muitas vezes colocado à prova com intrigas e mesquinharias, mas que resistiu por todo o meu mandato com respostas incisivas, educadas e sem medo, fazendo calar a boca os detratores da verdade.
Nesse trajeto perdemos uns quatro ou cinco sócios por não concordarem com o que não estão acostumados a conviver.
Honestidade, probidade, hombridade e outras boas condutas que não puderam suportar.
Tivemos a perda, essa sim irreparável, do colega, amigo, mestre e responsável maior pela reativação da associação, o inesquecível Vitor de Azevedo Marques, com quem pouco convivi e muito aprendi e a quem credito todo mérito que possa ser destinado à minha gestão. Foi ele quem me convenceu que seria possível ajudar a classe e a cidade por esse caminho.
Para quem não acompanhou nesse pouco tempo o trabalho dos colegas Luis Pagode, Ronaldo Sachs, Sérgio Cesar, Heitor Gonzales, Alcy Leite e alguns outros, pode parecer que o trabalho foi fácil, mas efetivamente não foi, como podem testemunhar todos que aqui estão.
Se tivéssemos mais alguns como eles, certamente teríamos mais de mil associados, o que vamos conseguir nesse próximo ano, com o novo presidente que poderia ser sem dúvida qualquer um dos acima nomeados, mas que por nossa escolha será Heitor Gonzales, com quem estaremos bem representados.
Continuarei participando da associação com o novo conselho administrativo que terá uma função mais atuante, que junta os nomes mais representativos da cidade, sem preocupação política de agradar ninguém.
Não é possível esquecer a colaboração da nossa secretária Heloísa e do moço Wagner, bem como de muitos que anônima e abnegadamente ajudaram a colocar a Associação Comercial na confortável situação de uma das maiores associações de classe da cidade.
O trabalho da próxima diretoria será ainda mais difícil.
Pouco foi nos cobrado, já que estávamos sedimentando uma base, partindo de quase nada.
Daqui para a frente, as cobranças e comparações serão inevitáveis, o que será bom para a associação e para os associados, que deverão colaborar ainda mais para o crescimento de sua representatividade.

Alguns podem pensar que as coisas serão mais fáceis para o poder que não cumpre as suas obrigações e dificulta como pode a vida dos comerciantes.
Tenho certeza de que próximo presidente fará exatamente como eu fiz, lutando contra os privilégios odiosos dos afilhados do poder, contra a concorrência desleal que admite o comércio temporário predatório e outros privilégios que todos conhecemos e abominamos.
Seu bom senso não permitirá que confundam franqueza com fraqueza.
Para quem não colaborou e tentou prejudicar a Associação no passado. Não tente isso com a atual diretoria, pois não foi fácil e nem vai ser...
Muito faz quem não atrapalha.
Aquele com seus longos e repetitivos discursos, não tem vergonha de mentir, prometer, acusar de turma do quanto pior melhor, de fracassomaníacos, reis do blá... blá... blá... e outros termos copiados do nosso presidente, não nos ajudou em nada nesse ano, tentou na verdade e muitas vezes conseguiu, desestimular, atrapalhar, atravancar o trabalho que hoje entrego ao atual presidente que será, como eu fui, pura e tão somente representante da vontade dos que o indicaram, com um compromisso maior do que continuar o trabalho.
Com certeza o tom dessas minhas palavras não agradará a muitos e desagradará os de sempre.
Deixo ao meu sucessor os melhores votos e tenho certeza ele terá muito sucesso,para o bem e gáudio de toda a classe que representa.
Muita sorte e bom trabalho, senhor presidente.

ASSOCIAÇÃO COMERCIAL DE GUARUJÁ
Mário Pacheco Guzman

Presidente do Conselho Deliberativo
1.999

sexta-feira, 13 de fevereiro de 2009

O INVEJOSO


O INVEJOSO

O invejoso sofre mais pelo que os outros tem, do que pelo que lhe falta.

É comum, sentir uma diferença no olhar do interlocutor quando lhe bate uma ponta de inveja.

É bom que se diga, que nem toda a inveja é ruim ou tem maldade.

Existe um tipo de inveja que demonstra admiração, satisfação, simpatia pelo sucesso material ou não que as pessoas conseguem e que se lhes diferencia de alguma forma.

É motivo de satisfação invejar as pessoas inteligentes, bem sucedidas, elegantes e bonitas, o que de alguma forma ajuda com que tenhamos vontade de ser como elas, alcançando o mesmo sucesso.

Existe entretanto uma inveja, que como se diz, mata.

É aquela que esta na popular frase: inveja de doer, ou inveja de matar.

Essa inveja, ao invés de ser positiva, como a outra, destrói, amarga, incita a comentários pouco construtivos para não dizer maldosos, impiedosos e quase sempre mentirosos.

Essa inveja é um desvio de carárater e como tal, inaceitável no convívio entre amigos ou pessoas que querem se relacionar bem.

Como no caso do malandro, existe uma maneira de não ser prejudicado pelo invejoso.

É guardar distancia prudente e se possível for, suficiente para estar longe dos seus olhos e comentários.

O sujeito que tem mania de que todos sentem inveja dele, é na verdade um invejoso.

Dizem, que a inveja transmite fluidos negativos e que podem prejudicar alguém.

Acredito que isso seja possível, na mesma medida em que é ruim andar com as pessoas que tem defeito de caráter, ficando bem difícil sermos de qualquer forma afetados quando guardamos distancia prudente desse e de qualquer tipo de mau carater.

Além disso, está mais do que provado de que todo o bem ou mal que emanamos volta potencializado e é por isso que as pessoas invejosas quase sempre são mal sucedidas em uma ou todas as coisas importantes da vida.

Como sempre ouvimos falar, principalmente das pessoas mais experientes, ou que nos querem bem, diz-me com quem andas e eu direi o que te espera.

O prêmio ou o castigo das pessoas é serem como elas são.

Marinho Guzman

quinta-feira, 12 de fevereiro de 2009

Sungas de R$35,90 por R$19,90




Twitter Celebridades










terça-feira, 10 de fevereiro de 2009

Google+