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segunda-feira, 4 de janeiro de 2010

Biquínis e maiôs brasileiros vão dominar o verão europeu



Previsão é de agente internacional de compras radicada na Suíça; verão europeu começa nesta quinta-feira (21) e a demanda por biquínis e maiôs brasileiros é crescente


Brasília - A modelagem brasileira revela a sensualidade do corpo feminino, as cores são mais vivas, e os detalhes feitos de pura criatividade. Estamos falando dos biquínis 'made in Brazil', os mais novos objetos de desejo e consumo das européias. Junto aos maiôs, também criados e produzidos por pequenas e médias confecções brasileiras, eles prometem dominar as charmosas praias e balneários do velho continente no verão 2007.

A previsão é de Cristina Graber, agente de compras internacionais de três grandes redes de lojas da Europa e Canadá. Atualmente ela comercializa coleções de moda praia brasileira de 20 grifes de São Paulo, Rio de Janeiro, Fortaleza, Goiânia e Curitiba. Segundo a agente, esse grupo de empresas exporta constantemente, e marcas de outras regiões começam a trilhar o mesmo caminho.

Há mercado para muitas grifes brasileiras de moda praia no exterior. Para Cristina, as rodadas de negócios do setor têxtil e confecção, realizadas pelo Sebrae e parceiros nas diversas regiões do País, são excelentes mecanismos para viabilizar exportações. As missões de empresários a feiras de moda e visitas a potenciais compradores estrangeiros, também apoiadas pela Instituição, são fundamentais para que o setor aproveite bem as oportunidades.

Cristina está entusiasmada com as vendas para o verão europeu. "O Brasil é referência mundial em moda praia. Nos principais desfiles europeus, dos últimos quatro anos, biquínis e maiôs brasileiros são presença obrigatória", relata a agente de compras internacionais.

No ano passado, as sandálias havaianas conquistaram o mercado internacional durante a Copa do Mundo. Latinos, europeus, asiáticos e norte-americanos aderiram ao produto nacional e passaram a desfilar pelas praias, cidades e passarelas com as velhas conhecidas dos brasileiros.

No verão europeu de 2007, a bola da vez deverá ser a moda praia 'made in Brazil'. Nossos biquínis e maiôs estão sendo muito procurados nas grandes redes de lojas de departamentos de países europeus. Isso significa que as peças, outrora consideradas muito pequenas para o conservador mercado europeu, estão conquistando novas consumidoras.

Há indícios de que o sutiã estilo 'cortina' ou 'cortininha', muito comum nas nossas praias, vai finalmente desbancar o de bojo, preferido pelas européias e norte-americanas. O sutiã cortininha vai dominar a cena da alta estação européia, prevê Cristina Graber. Segundo ela, a matriz e filiais da El Corte Inglés, em Madri, estão decoradas com pôsteres que trazem modelo pousando com biquíni brasileiro para anunciar o verão.

Mas não é apenas a modelagem brasileira que as européias desejam. "A beleza das peças é um dos atrativos e a qualidade e o design dos produtos também são importantes. Os três juntos estão firmando o Brasil como referência na moda praia mundial", explica Cristina. Pelo segundo ano consecutivo, o produto nacional figurou na capa dos catálogos de moda primavera-verão de duas grandes redes de lojas da Espanha e da Suíça.

Nos últimos quatro anos, esses produtos estão em ascensão no mercado europeu, segundo a agente Cristina. A etiqueta com a bandeira nacional, acompanhada da marca 'produto original do Brasil', é procurada pelas consumidoras nas peças para atestar a procedência. Há potencial para muitas empresas exportarem, diz ela. "A conquista do mercado internacional de moda praia está só começando", alerta.

Cristina revela que vendeu muitos biquínis e maiôs para a rede espanhola El Corte Inglés, a suíça Manor e a canadense Hudson Bay Company. As duas primeiras redes possuem juntas mais de 160 lojas em países europeus. A terceira é considerada a mais antiga rede de lojas do mundo e conta com 400 unidades.

Como acontece com todo sucesso de vendas no mundo globalizado, os produtos brasileiros já começam a ser imitados em outros países. Na Austrália, há uma grife que está confeccionando biquínis e maiôs iguais aos nacionais. "As empresas brasileiras têm que continuar a ser ágeis, investindo em lançamento e comercialização".

Cristina enxerga um futuro promissor para os biquínis e maiôs brasileiros, se as empresas produtoras continuarem focando em qualidade, inovação, design e criatividade, sem esquecer da comercialização. "Não adianta só lançar e divulgar. Tem que ter capacidade de produção e estratégia de venda", insiste.

Rodadas de negócios

Cristina Graber é cidadã suíço-portuguesa, mas faz questão de dizer que é residente do Brasil. Seus dois filhos são brasileiros. Ela dirige a empresa Tucano Export, sediada na Suíça, mas com filial na capital paulista, há sete anos.

A agente de compras internacionais de três grandes redes de lojas da Europa e no Canadá é convidada constante do Sebrae para rodadas de negócios, realizadas em diversas regiões do País, sempre em parceria com sindicatos, associações e instituições parceiras de projetos e ações nos Arranjos Produtivos Locais (APL) do setor têxtil e confecção.

"O apoio do Sebrae é fantástico, pois as empresas de confecção geralmente são pequenas e possuem pouco conhecimento para exportar", elogia Cristina. As missões de empresários do setor têxtil e confecção ao exterior, também patrocinadas pela Instituição e parceiros, são fundamentais para a promoção da moda praia nacional. "Visitas a feiras de moda e potenciais compradores internacionais são importantíssimas para que os empresários brasileiros aproveitem a oportunidade que está se abrindo", conclui.
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