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domingo, 25 de agosto de 2013

Lojas deixam de ser apenas virtuais para ganhar confiança Espaços físicos permitem que consumidores toquem produtos, mas venda continua sendo feita só pela web

FILIPE OLIVEIRA
DE SÃO PAULO

Enquanto as lojas físicas dão a oportunidade de os consumidores fazerem compras também pela internet, as virtuais estão fazendo o caminho inverso: elas agora querem aparecer no mundo off-line.
A loja on-line de vestuário Olook tem uma Kombi dos anos 50 circulando por São Paulo carregada de sapatos, bijuterias e roupas. A empresa investiu R$ 100 mil no veículo, incluindo compra e reforma.
Os produtos não são entregues na hora --funcionários da empresa apenas ajudam os clientes a comprar pelo site da empresa.
"As pessoas ainda têm um receio de comprar na internet, por não saberem como funciona em caso de devolução. É importante que as pessoas possam ver os produtos", afirma André Beisert, 33, fundador da Olook
Dados divulgados na semana passada pela consultoria E-bit indicaram que o segmento de moda foi responsável por 13,7% das vendas do varejo digital, sendo a categoria com maior volume de pedidos.
Mas as vendas crescem especialmente nos itens em que os tamanhos são mais padronizados, como sapatos e bijuterias.
A Olook também vende suas roupas em algumas lojas multimarcas. Para o futuro, também espera abrir um showroom fixo, no escritório da companhia. Segundo Beisert, atualmente as vendas fora da internet representam menos de 5% do total.
INTEGRAÇÃO
Criar interações da marca com os clientes fora da internet é uma tendência mundial, diz Pedro Waengertner, professor da ESPM. Segundo ele, isso faz com que as empresas sejam mais lembradas pelos consumidores.
"As pessoas não diferenciam on-line de off-line. Elas raciocinam em termos de relacionamento com determinada marca", diz.
Outra vantagem mencionada por especialistas é a possibilidade de o cliente experimentar os produtos que pretende comprar e ter com quem conversar sobre eles.
"Muitas pessoas gostam de ir até o showroom para conversar, levar amigos ou o companheiro para comprar junto", afirma Érika Kitabayashi, 28, gerente de marketing da Oppa, e-commerce de móveis e itens de decoração.
A empresa inaugurou neste ano dois showrooms, um em São Paulo e outro em Campinas (SP).
Como, em geral, os produtos não são entregues na hora, o custo de manter um espaço desses é menor do que o de uma loja.
Isso porque há menos demanda de estoque e, portanto, menos custos fixos, como aluguel.
Segundo Alexandre Suguimoto, presidente da Apadi (Associação Paulista de Agências Digitais), a criação de um espaço físico de interação com o cliente também tende a aumentar a confiança em relação à empresa.
Roberta Oliveira, 30, sócia e diretora de marketing do Hotel Urbano, que vende viagens e nasceu primeiro na internet, concorda. Ela diz que a média gasta por compra nas lojas físicas é maior.
"Algumas pessoas precisam sentir mais segurança na hora de fazer uma compra maior e, por isso, o tíquete médio é maior."
Com duas lojas no Rio de Janeiro, a marca tem como plano abrir pelo menos uma loja física em cada capital, diz Oliveira.
Nelas, os consumidores são ensinados a comprar pela internet, canal que deve continuar a ser responsável pela maior parte das vendas da empresa.
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