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domingo, 26 de novembro de 2017

A sensualização nas fotos de publicidade, em especial na moda praia.



Já faz bastante tempo que a publicidade se esforça para mostrar a roupa como arte, transformar as modelos em estrelas e os costureiros em artistas.
Desde o princípio existe a discussão sobre a sensualização na publicidade, especialmente nas fotos.
Assunto polêmico mas sem lances apaixonados, não há muitos famosos que apoiem ou recriminem com veemência essa sensualização, talvez porque a maioria das pessoas goste de sexo e de sexualizar a própria imagem ou simplesmente seguem uma tendência que parece ser predominante.
Salvo raras exceções, modelos são mulheres lindas, com o corpo perfeito e vida pessoal muito exposta, o que permite que todos vejamos como elas são ricas, felizes, têm maridos lindos e filhos “lindinhos” tudo levando a crer que são famosas por isso mesmo.
Não se tem notícias de que essas divas escondam ou se preocupem em mostrar suas pernas, braços, peitos e nádegas, nem em sensualizar tanto nas fotos com as roupas das grifes que representam, ou na vida pessoal.
A praia, o mar, os iates e a exposição sexualizada das suas vidas públicas e privadas se confundem. 
Muitas mulheres podem até se queixar da ditadura da moda, predominantemente feita para magras lindas e malhadas gostosas, mas procuram se espelhar nelas , podendo até chegar ao ridículo, como algumas famosas com perto de setenta anos e mais de oitenta quilos, que em alguns casos confundem sexualizar com escandalizar. 
Eis um ponto onde pode haver discussão interessante. Sexualizar e escandalizar não são a mesma coisa, não são próximas nem tem a ver com o comportamento da maioria das pessoas.
Felizmente tive poucos casos onde algumas das minhas fotos foram apontadas como “muito sensuais”. Procuro sempre evitar essa possibilidade sem deixar de entender e explicar que fotos de maiô, biquíni, blusinhas e sainhas são roupas que por si só sexualizam, por expor naturalmente a maior parte do corpo.
Já escandalizar, só mesmo algumas mães puritanas de garotas feias e gordinhas que são virgens aos dezoito anos ou escondem da mãe suas suas frustrações sexuais de adolescente, mães essas que geralmente já têm as próprias.
Não há, de qualquer maneira, se descartar que uma das coisas mais importantes na publicidade é fazer com que o assunto tome toda a atenção do espectador e em alguns casos, é a critica e a discussão sobre o assunto que tornam o produto sucesso de vendas. 
Dificilmente qualquer coisa é muito vendida se não for muito desejada e a publicidade mostra para criar o desejo e a cliente compra porque deseja o que atende seu gosto seja ele pessoal ou por modismo.
Um outro ponto a ser comentado é o uso cada vez maior de crianças e a adolescentes na publicidade e em especial na publicidade que sensualiza ou erotiza.
Bem mais difícil é discutir questões morais e éticas quando em pauta crianças, adolescentes e jovens que não tem capacidade para entender totalmente as implicações da sexualização. Há, no entanto que creditar aos pais e responsáveis essa orientação, cabendo ao publicitário exclusivamente ater-se às regras de conduta legais, éticas e morais, exigindo a presença desses responsáveis ou no mínimo autorização escrita para a confecção e divulgação desse material, deixando de veiculá-los a qualquer tempo a pedido deles, exceto quando isso foge à sua capacidade como é o caso das fotos repicadas na internet.

Texto de Marinho Guzman.
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